Covid-19

Teste rápido de Covid-19: Importância e como funcionam

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O aumento no número de casos do coronavírus traz inúmeros desafios para os sistemas de saúde público e privado.

Diante deste cenário, buscam-se alternativas para conter a proliferação da doença e a realização de testes rápidos faz parte dos planos de combate.

Recentemente, a ANVISA aprovou os primeiros kits específicos para o diagnóstico rápido de COVID-19.

primeiro lote de um total de 5 milhões de testes adquiridos pela empresa Vale do Rio Doce e doados ao Ministério da Saúde chegaram ao Brasil no fim de março, conforme notícia publicada no site do Ministério da Saúde.

Foram 500 mil unidades de testes rápidos para diagnosticar o coronavírus.

Os testes são usados em profissionais que atuam na área de saúde que atuam nos postos de saúde e hospitais de todo o país, além de agentes de segurança, como policiais, bombeiros e guardas civis que estejam com sintomas da doença.

O objetivo é que estes profissionais que estão na linha de frente do atendimento à população, garantindo cuidados médicos e de segurança, recebam o diagnóstico e tenham a oportunidade de retornar, de forma segura, as suas atividades, que são consideradas essenciais.

Os produtos são testes voltados para uso profissional e permitem a leitura dos resultados, em média, em 15 minutos. Os dados devem ser interpretados por um profissional de saúde, com auxílio de informações clínicas do paciente e de outros exames.

Assim, a medida faz parte das ações estratégicas para viabilizar produtos que possam ser utilizados no enfrentamento da pandemia de COVID-19.

A ampliação de testes se alinha à diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda que o maior número possível de cidadãos sejam testados.

Como funciona o teste rápido de Covid-19

Os kits do teste rápido de Covid-19 estão divididos em dois grupos:

  • Os que usam amostra de sangue e detectam anticorpos (IgM e IgG)
  • Os que usam amostras das vias respiratórias dos pacientes, nasofaringe (nariz) e orofaringe (garganta) e detectam o antígeno (vírus).

Todos os testes são do tipo ensaio imunocromatográfico, sendo que seis fazem o uso de amostras de sangue, soro ou plasma. Confira quais são:

  • One Step Covid-2019 Test
  • Coronavírus Rapid Test
  • Coronavírus IgG/IgM (Covid-19)
  • Medteste Coronavírus 2019-nCoV IgG/IgM
  • Teste Rápido em Cassete (Covid-19) IgG/IgM
  • Covid-19 IgG/IgM Eco Teste

Outros dois utilizam um dispositivo semelhante a um cotonete (swab), que retira amostra das vias respiratórias dos pacientes, da nasofaringe e da orofaringe. São eles:

  • Eco F Covid-19 Ag
  • Covid-19 Ag Eco Teste

Esses novos tipos de testes são essenciais no enfrentamento da pandemia, pois proporcionam rapidamente um diagnóstico do coronavírus que auxilia na triagem de pacientes portadores da doença, indispensável ao controle epidemiológico.

Simples e eficazes, detectam a presença de anticorpos do tipo IgG ou IgM nas amostras coletadas entre 10 e 12 dias após a infecção.

Para ser realizado, demandam uma pequena quantidade de amostra, cerca de 10 microlitros a partir do sangue total, soro ou plasma humano.

Sua metodologia é bastante simples e está presente há muito tempo no mercado, no qual se emprega a análise amostral por reação rápida.

Dessa forma, em poucas etapas é possível identificar inclusive em pacientes assintomáticos.

Assim sendo, os testes sorológicos constatam a presença de anticorpos contra o vírus e, dependendo do resultado, pode sugerir que a pessoa já teve contato e se já desenvolveu resistência contra ele.

Em declaração dada ao site Estado de Minas Gerais, o médico oncologista André Márcio Murad defende que os testes rápidos sorológicos sejam usados primeiro para a população com risco de infecção diretamente ligado à sua atividade, como profissionais da saúde, policiais, bombeiros e trabalhadores de serviços essenciais.

“Acho que o teste bem indicado e interpretado vai ser fundamental. A partir do momento em que o teste aponta que a pessoa está imune, ela tem passaporte para circular livremente”, defende Murad.

Os estudos com o novo coronavírus ainda são muito recentes, mas acredita-se que a presença de anticorpos do tipo IgG indicaria uma possível resistência a ele.

“Já houve testes em macacos, por exemplo, que adquiriram a imunidade ao Sars-CoV-2. Em estudos, o soro de pessoas que se contaminaram e se curaram está sendo usado para tratar pessoas com quadros graves. Isso prova que a imunidade é inclusive passada adiante”, afirma o médico que é também pós-doutor em genética, professor da UFMG e pesquisador.

Por essas razões, a adoção de testes rápidos e simples é fator essencial neste momento, uma vez que, por meio de uma única verificação, é possível detectar pessoas contaminadas de forma ágil, eficaz e segura.

Você quer saber mais sobre o teste rápido de Covid-19? Envie um email para contato@remederi.com.br

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Autor

ReMederi

A Remederi é uma empresa brasileira de saúde, com a missão de promover qualidade de vida por meio do acesso a produtos, serviços e educação sobre Cannabis medicinal.

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