Cannabis Medicinal

Qual o melhor óleo de cannabis (CBD) – Como escolher

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Se você está buscando saber qual é o melhor óleo de cannabis para fins medicinais, chegou ao lugar certo.

Se você está buscando saber qual é o melhor óleo de cannabis para fins medicinais, chegou ao lugar certo.

Neste texto, iremos mostrar algumas possibilidades de como avaliar e fazer a escolha.

Lembrando sempre que é imprescindível que o interessado passe por uma consulta médica com profissional legalmente habilitado no Conselho Federal de Medicina.

Primeiramente iremos explicar a diferença entre o óleo de espectro completo (full spectrum), isolado, broad spectrum e sintético.

Depois, falaremos das melhores indicações de uso de cannabis medicinal por patologia, formas de extração e de utilização.

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Qual é o melhor óleo de cannabis medicinal – Como escolher

 

1. Óleo de espectro completo Full Spectrum

Este é o tipo que é extraído da planta de forma que mantém todos os seus componentes e propriedades, isto é, os fitocanabinóides (THC, THCa, CBD, CBDa, CBG e CBN, dentre outros), terpenos, flavonóides e demais fitoquímicos (proteínas, fenóis, esteróis, ésteres, ácidos graxos e fibras).

Esse tipo vem sendo exaustivamente pesquisado, estudado e difundido como melhor forma terapêutica no tratamento de diversos tipos de patologias.

Esta forma é a preferida dos médicos prescritores porque proporciona o chamado “efeito comitiva” ou “efeito entourage”, isto é, promove a completa interação de todos os elementos químicos da planta causando uma sinergia entre eles.

2. Óleo de CBD isolado

Este é o tipo que recebe tratamento em laboratório de forma que apenas um fitocanabinóide é extraído e todos os demais componentes da planta são desprezados. 

Os mais comuns são aqueles que contém apenas o CBD ou apenas o THC.

Estas formas possuem aplicação bem mais limitada, pois perdem a sinergia causada pela interação de todos os componentes fitoquímicos da planta.

3. Óleo amplo espectro Broad Spectrum

Este é o tipo que, assim como o Full Spectrum, é extraído de forma que mantém todos os elementos químicos da planta, exceto um: o THC.

O THC é o fitocanabinóide que faz com que o seu usuário fique entorpecido ou, em outras palavras, “chapado”.

Porém, como veremos mais adiante, este fitocanabinóide possui finalidade terapêutica para certos tipos de patologias e quando utilizado em baixas concentrações não produz esse indesejável efeito entorpecedor.

4. Óleo sintético

Neste caso os canabinóides são sintetizados em laboratório, sem a utilização da planta.

Principais indicações para o canabidiol – CBD

Neste tópico trataremos sobre as principais indicações para o fitocanabinóide mais estudado, testado e pesquisado, o canabidiol.

Uma das primeiras descobertas envolvendo o CBD se refere ao tratamento para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Neste texto publicado pelo Portal PEBMED, intitulado “O potencial dos canabinoides no tratamento do autismo”, faz referência a alguns estudos que demonstram essa aplicação para o CBD.

O CBD também vem sendo utilizado com sucesso para tratamento de epilepsia refratária, especialmente quando utilizado na fase pediátrica.

Em texto publicado pelo NCS Total, o médico pediatra Roberto Tobaldini, que faz parte da Associação Santa Cannabis, entidade catarinense que atende mais de 150 pacientes, explica que pelo menos 75% dos epilépticos refratários, ou seja, aqueles que não respondem ao tratamento tradicional, têm uma resposta positiva quando submetidos ao canabidiol.

“O canabidiol para redução de crises epilépticas, especialmente na fase pediátrica, é uma realidade. Isso já está mais do que sacramentado na literatura, foi a primeira indicação oficializada para o uso da cannabis medicinal”.

Pesquisas também vêm demonstrando que o CBD é uma ótima opção para tratamento de distúrbios relacionados à ansiedade, tais como, depressão, insônia e fobia social,  e também vem sendo utilizado para alívio da dor.

Este estudo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP), em parceria com a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP), ambas da USP, comprovou que o canabidiol possui efeito ansiolítico, sem causar dependência, reduzindo, sobretudo, o medo de falar em público em pessoas que possuem fobia social.

Neste texto publicamos uma pesquisa realizada com cidadãos europeus que revelou que mais de 70% da população que já usaram o canabidiol destacaram que este fitocanabinóide impactou positivamente a qualidade de vida.

A maior proporção (31%) dos consumidores relataram que usam CBD principalmente para relaxar, enquanto que o restante ficou dividido de maneira semelhante entre o uso por razões médicas (23%), para gerenciamento da dor (23%) ou para o bem estar geral (22%).

Por sua vez, nesta pesquisa realizada nos EUA (maior mercado consumidor de CBD do mundo), restou demonstrado que este fitocanabinóide desfruta de avaliações consideravelmente favoráveis, pois aproximadamente metade (48%) dos americanos não usuários relataram uma concepção positiva sobre o canabidiol, aumentando para 84% entre os usuários. 

Entre os americanos, o uso do CBD se divide em gerenciamento da dor (41%), relaxamento (33%), bem estar geral (18%) e por razões médicas (9%).

Finalmente, neste Relatório da Organização Mundial de Saúde, além estão descritas as propriedades do canabidiol que resultam em benefícios terapêuticos:

A gama de condições para as quais o CBD foi avaliado é diversificada, consistente com suas propriedades neuroprotetoras, antiepilépticas, hipoxia-isquemia, ansiolíticas, antipsicóticas, analgésicas, anti-inflamatórias, anti-asmáticas e antitumorais(…). Além disso, estudos humanos recentes relataram um sinal terapêutico para a aceitação do transplante (diminuindo o desenvolvimento de enxerto vs. doença hospedeira após transplantes de células hematopoiéticas) e reduzindo alguns dos sintomas positivos da esquizofrenia (1000 mg/dia, PO). Outros relatórios recentes não demonstraram eficácia do CBD para reduzir sintomas de colite ulcerativa (até 500 mg/dia, PO), dor crônica em pacientes com transplante de rim (50 – 300 mg/dia, PO), e ansiedade induzida experimentalmente (600 mgs, PO). Outra possível aplicação terapêutica que tem sido investigada é o uso de CBD para tratar o vício em drogas. Uma revisão sistemática recente concluiu que havia um número limitado de estudos pré-clínicos que sugerem que o CBD pode ter propriedades terapêuticas sobre opióides, cocaína e vício psicoestimulante, e alguns dados preliminares sugerem que pode ser benéfico para a cannabis e o vício em tabaco em humanos”.

Principais indicações para o tetrahidrocanabinol – THC

O THC é o principal composto psicoativo da cannabis. Este fitocanabinóide é responsável pela sensação de euforia ou, em outras palavras, por deixar o seu usuário “chapado”.

Assim como o CBD, é o fitocanabinóide que vem sendo mais pesquisado, testado e estudado, uma vez que, apresenta uma série de efeitos benéficos à saúde humana.

Apesar do estigma, existem situações em que a utilização do THC juntamente com o CBD é imprescindível para o sucesso no tratamento.

Cumpre esclarecer que quando utilizados de forma terapêutica, o óleo contém uma porcentagem muito baixa de THC. Logo, não produz o indesejável efeito entorpecedor.

Sativex é um medicamento desenvolvido para tratar a esclerose múltipla, produzido pela GW Pharmaceuticals e lançado em 2005 no Canadá. Foi o primeiro medicamento a base de cannabis a ser aprovado no mundo e contém em sua fórmula o CBD e o THC.

Seu uso terapêutico é indicado para tratamento da rigidez muscular e dor neuropática em doentes com Esclerose Múltipla ou analgésico em doentes oncológicos terminais.

Este estudo publicado pelo Consulta Remédios demonstra que o medicamento Mevatyl (Tetraidrocanabinol + Canabidiol) é indicado como tratamento para melhoria dos sintomas de pacientes adultos com espasticidade de moderada a grave devido à esclerose múltipla (EM) que não responderam adequadamente a outra medicação antiespástica.

Resta demonstrado a melhoria clinicamente significativa dos sintomas relacionados à espasticidade durante um teste inicial com o tratamento.

Este estudo publicado pelo National Library of Medicine demonstrou que o medicamento Dronabinol (apenas THC) se mostrou eficaz para o tratamento de náusea e vômito causados pela quimioterapia e que não respondem a antieméticos.

Por sua vez, este outro estudo também publicado pela National Library of Medicine demonstrou a eficácia da utilização de extrato de CBD juntamente com extrato de THC em pacientes com dor intratável em virtude de câncer.

Além destas utilizações terapêuticas, ensaios clínicos vêm comprovando que a cannabis também pode ser utilizada com sucesso no tratamento de Alzheimer, Doença de Crohn, Fibromialgia, Mal de Parkinson, Transtorno de estresse pós traumático, dentre outras patologias.  

 

Formas de extração da cannabis

Em virtude da alta demanda por produtos derivados de cannabis, a tecnologia para extração de concentrados se torna cada vez mais ampla e sofisticada.

Assim sendo, a extração pode ser feita através de métodos relativamente simples ou através de sofisticados equipamentos.

Primeiramente, podemos dividir os métodos de extração mais simples em:

  • Sem solventes: neste caso nenhum solvente químico é utilizado no processo. É realizada através de água ou calor e pressão.
  • Com solventes: neste caso há a utilização de algum solvente químico. As formas mais utilizadas são as que fazem uso de óleo vegetal, álcool, CO2 ou butano.

Uma das formas mais conhecida e utilizada para a extração de todos os componentes da cannabis se chama “Método Rick Simpson”.

Nesse método se faz necessário mergulhar toda a planta numa solução de álcool isopropílico, que extrai todos os seus componentes. 

Após a evaporação dos solventes, o residual é geralmente misturado a algum óleo vegetal, que pode ser utilizado de forma oral ou aplicado diretamente na pele. 

Porém, com o advento da tecnologia neste ramo da indústria da cannabis foram desenvolvidas sofisticados equipamentos.

A empresa Analítica tem em seu portfólio uma ampla gama de opções para extração, purificação e análise de cannabis medicinal.

Formas de utilização da cannabis 

A administração sublingual é o método preferido em virtude da comodidade, e também porque, através da mucosa localizada na boca, ocorre uma rápida absorção que leva diretamente para a circulação do paciente.

No que diz respeito à posologia, que significa a forma de utilizar os medicamentos, ou seja, o número de vezes e a quantidade a ser utilizada a cada dia, os médicos prescritores adotam a tática de começar o tratamento com baixas doses e posteriormente ir adaptando conforme a necessidade específica de cada paciente.

Isto ocorre porque, em virtude do sistema endocanabinóide, cada paciente reage de uma forma ao produto que está sendo utilizado.

Logo, o médico prescritor escolhe a composição do óleo a ser utilizado levando em consideração a patologia que será tratada e posteriormente modula a quantidade e periodicidade de acordo com a reação de cada paciente.

Reforçamos que é imprescindível que o interessado passe por uma consulta médica com profissional legalmente habilitado no Conselho Federal de Medicina.

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Autor

ReMederi

A Remederi é uma empresa brasileira de saúde, com a missão de promover qualidade de vida por meio do acesso a produtos, serviços e educação sobre Cannabis medicinal.

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